Conhecimento URBIK

Estudos aplicados para decisões municipais mais qualificadas.

Esta área reúne análises elaboradas a partir das bases do URBIK. Cada estudo combina evidências empíricas, conceitos criminológicos e orientações práticas, com atenção às limitações dos dados e à avaliação dos resultados.

· Estudo 01

O lugar importa: perfil criminal por tipo de local

Residências, estacionamentos, escolas, bares, comércios, terminais e outros ambientes apresentam combinações distintas de problemas.

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· Estudo 02

Afinal, como medir a criminalidade?

O Índice de Criminalidade do URBIK combina frequência e gravidade para acompanhar a evolução dos municípios e revelar diferenças de prioridade entre bairros.

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· Estudo 03

O calendário muda o crime?

Natal, Ano Novo, Carnaval e outras datas especiais modificam o perfil dos crimes registrados? O estudo compara 2024 e 2025.

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· Estudo 04

O crime está em toda parte?

Uma análise dos microterritórios mostra onde se concentra metade das ocorrências, como a gravidade altera essa concentração e quais hotspots permanecem prioritários.

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· Estudo 05

A polícia também tem calendário?

Sazonalidade da criminalidade e da produtividade policial em 38 municípios acompanhados pelo URBIK, com taxas diárias e anos completos.

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· Estudo 06

Cidades maiores são mais violentas?

Uma análise dos 645 municípios paulistas mostra que o efeito do porte depende do crime: roubos e furtos se concentram nas cidades maiores, enquanto outras violências seguem padrões distintos.

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· Estudo 07

Quanto da atividade policial municipal é realizada pelas Guardas Civis?

O cruzamento da MUNIC 2023 com os registros da SSP-SP mede a participação das Guardas Civis nas prisões e apreensões e mostra por que ela varia tanto entre os municípios paulistas.

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· Estudo 08

Quem é preso por quem?

O perfil das pessoas apresentadas por GCM, Polícia Militar e Polícia Civil e o papel da natureza criminal nas diferenças observadas.

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· Estudo 09

Cada crime tem sua própria geografia?

Mapas LISA dos 645 municípios paulistas mostram que furtos, roubos, homicídios e violência sexual formam agrupamentos regionais diferentes.

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· Estudo 10

O crime dentro de casa

Uma análise de 2,35 milhões de registros mostra quais crimes se concentram em casas e apartamentos e por que o espaço residencial reúne problemas muito diferentes.

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· Estudo 11

Por que alguns municípios têm mais crimes do que o esperado?

Renda, trajetória criminal e proximidade espacial nos roubos e homicídios dos 645 municípios paulistas.

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· Estudo 12

Até que ponto o crime se concentra em poucos lugares?

Uma grade regular de 1 km mostra que furtos, roubos, crimes de veículo e homicídios apresentam intensidades diferentes de concentração territorial.

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· Estudo 13

A criminalidade se desloca ou permanece nos mesmos lugares?

A persistência territorial dos hotspots varia entre furtos, roubos e crimes de veículos — e muda a forma de planejar a resposta municipal.

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· Estudo 14

Quando os crimes acontecem?

A análise aorística aproveita períodos conhecidos e mostra como horários imprecisos podem qualificar o diagnóstico e o planejamento municipal.

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· Estudo 15

Onde se repete a violência armada com ação policial?

Comunidades e recorrência territorial nas cinco maiores cidades monitoradas pelo Fogo Cruzado: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belém e São Gonçalo.

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· Estudo 16

Duas fontes, uma cidade: o retrato da violência letal em Salvador

Fogo Cruzado e SSP-BA: convergência temporal, geografia da violência letal e limites da comparação entre fontes colaborativas e oficiais.

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· Estudo 17

Violência armada com ação policial no entorno escolar e desempenho educacional em Salvador

Saeb, INSE e Fogo Cruzado: exposição a episódios com ação policial no entorno de 236 escolas, diferenças de desempenho e limites da interpretação causal.

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· Estudo 18

Maioridade penal em São Paulo: alcance das propostas, dissuasão e demanda por vagas

Registros da SSP-SP, comparação aos 18 anos e cenários condicionais de demanda por vagas para duas propostas de redução da maioridade penal.

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