O lugar importa: perfil criminal por tipo de local
Residências, estacionamentos, escolas, bares, comércios, terminais e outros ambientes apresentam combinações distintas de problemas.
Esta área reúne análises elaboradas a partir das bases do URBIK. Cada estudo combina evidências empíricas, conceitos criminológicos e orientações práticas, com atenção às limitações dos dados e à avaliação dos resultados.
Residências, estacionamentos, escolas, bares, comércios, terminais e outros ambientes apresentam combinações distintas de problemas.
O Índice de Criminalidade do URBIK combina frequência e gravidade para acompanhar a evolução dos municípios e revelar diferenças de prioridade entre bairros.
Natal, Ano Novo, Carnaval e outras datas especiais modificam o perfil dos crimes registrados? O estudo compara 2024 e 2025.
Uma análise dos microterritórios mostra onde se concentra metade das ocorrências, como a gravidade altera essa concentração e quais hotspots permanecem prioritários.
Sazonalidade da criminalidade e da produtividade policial em 38 municípios acompanhados pelo URBIK, com taxas diárias e anos completos.
Uma análise dos 645 municípios paulistas mostra que o efeito do porte depende do crime: roubos e furtos se concentram nas cidades maiores, enquanto outras violências seguem padrões distintos.
O cruzamento da MUNIC 2023 com os registros da SSP-SP mede a participação das Guardas Civis nas prisões e apreensões e mostra por que ela varia tanto entre os municípios paulistas.
O perfil das pessoas apresentadas por GCM, Polícia Militar e Polícia Civil e o papel da natureza criminal nas diferenças observadas.
Mapas LISA dos 645 municípios paulistas mostram que furtos, roubos, homicídios e violência sexual formam agrupamentos regionais diferentes.
Uma análise de 2,35 milhões de registros mostra quais crimes se concentram em casas e apartamentos e por que o espaço residencial reúne problemas muito diferentes.
Renda, trajetória criminal e proximidade espacial nos roubos e homicídios dos 645 municípios paulistas.
Uma grade regular de 1 km mostra que furtos, roubos, crimes de veículo e homicídios apresentam intensidades diferentes de concentração territorial.
A persistência territorial dos hotspots varia entre furtos, roubos e crimes de veículos — e muda a forma de planejar a resposta municipal.
A análise aorística aproveita períodos conhecidos e mostra como horários imprecisos podem qualificar o diagnóstico e o planejamento municipal.
Comunidades e recorrência territorial nas cinco maiores cidades monitoradas pelo Fogo Cruzado: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belém e São Gonçalo.
Fogo Cruzado e SSP-BA: convergência temporal, geografia da violência letal e limites da comparação entre fontes colaborativas e oficiais.
Saeb, INSE e Fogo Cruzado: exposição a episódios com ação policial no entorno de 236 escolas, diferenças de desempenho e limites da interpretação causal.
Registros da SSP-SP, comparação aos 18 anos e cenários condicionais de demanda por vagas para duas propostas de redução da maioridade penal.